sábado, 10 de julho de 2010

Plano de aula - A cor da expressão


Universidade de Brasília- UnB/UaB
Curso: PedagogiaDisciplina: Fundamentos da Arte na Educação
Professor: Lúcio Teles
Tutora: Denise Fetter Mold
Pólo: Alexânia
Aluno(a): Leci Antonia Atanazio
Matrícula: 0870846
Ped. 01

Tema da aula: A cor da expressão

Conteúdo:Desenho - Pintura - Colagem - Escultura

Ano: 3º ou 4º anos

Tempo necessário: 4 aulas
  • Introdução:
cor também é importante para que possamos expressar nossas idéias e sentimentos para outras pessoas, utilizando linguagens artísticas (pintura, desenho, gravura, teatro).
É um elemento que tem significados diferentes para diferentes culturas e sua análise possibilita conhecer mais sobre suas possibilidades.
Vamos nessa atividade explorar esses pontos apreciando algumas obras do pintor espanhol Pablo Picasso. Em seguida, os alunos desenharão e pintarão expressões de acordo com a cor que acreditam representar melhor essas expressões.
Esses materiais, feitos em cartões, serão utilizados em jogos de memória e de adivinhação.
  • Objetivos:
a) experimentar as possibilidades expressivas da cor;
b) interpretar e associar as cores às reações fisionômicas das pessoas, tanto no universo artístico quanto no cotidiano;
c) observar os significados das cores no cotidiano.
  • Material necessário:
- Cartolina cortada em forma de cartões tamanho 10x15 cm;
- Lápis grafite;
- tinta guache;
- pinceis;
- imagens de pinturas de Picasso, principalmente da fase rosa e azul.
  • Organização da sala:
Discussão sobre cores e das imagens de obras de Picasso: sala em 'u' ou em roda. Execução dos cartões: alunos em duplas.
  • Desenvolvimento da atividade/ procedimentos:
Na primeira aula, faça uma discussão com seus alunos sobre a presença e a importância da cor em nossa vida. Lembre-os de que as cores estão presentes nas roupas, nas frutas, nas casas, nos objetos, na propaganda, na televisão. Mostre exemplos com figuras de revistas, jornais, pinturas, rótulos. Em seguida, explique aos alunos que além da cor estar presente em nossa vida cotidiana, ela é também um importante elemento de expressão em desenhos, pinturas, fotografias e filmes. Nesse ponto, você já pode começar a fazer com os alunos associações entre as cores e os sentimentos. Pergunte a eles que cor cada um acredita que representa a saudade, o amor, a tristeza ou a felicidade. Se a escola contar com videocassete, selecione alguns desenhos infantis para mostrar como a cor também é usada nesse caso para expressar sentimentos e situações. Outra opção é pedir aos alunos que recortem de gibis figuras que tenham suas expressões reforçadas pelas cores. As crianças também podem ser convidadas a fazer diferentes expressões faciais para que os colegas imaginem a cor de cada uma das expressões criadas.
Na segunda aula, apresente aos alunos algumas imagens de pinturas da fase azul e da fase rosa do artista espanhol Pablo Picasso. Resgate a importância da cor nestes momentos de seu percurso em que ele retratou sentimentos de tristeza e paixão. Relacione os acontecimentos da vida do pintor e do contexto histórico com as cores escolhidas por ele para as imagens de cada fase. Saliente aos alunos que, em suas vidas, eles podem escolher outras cores para a representação desses e de outros momentos e sentimentos. Analise com seus alunos os quadros: A tragédia (fase azul) e Família do acrobata (fase rosa).
São dois exemplos de utilização das referidas cores para a expressão de sentimentos que Picasso vivia nas épocas em que os pintou. Como atividade final, sugira aos alunos que façam uma pintura para expressar um sentimento usando a cor para representá-lo. Diga aos alunos, que a intenção é experimentar uma relação parecida com a que o artista estabeleceu com estas pinturas, ressaltando que cada um pode colocar sua relação com as cores. Na terceira aula, faça com os alunos um levantamento sentimentos e sensações - alegria, amor, saudade, amizade, tristeza, raiva, violência, dor, medo, frio, cansaço. Desafie-os a relacionar os sentimentos e sensações com cores.
Proponha que os alunos retratem o colega com duas expressões diferentes, por exemplo, sorrindo e assustado. Reforce a idéia que os retratos sejam iguais nos dois cartões, modificando apenas a cor da pele e a linhas de expressão, pois eles formarão um jogo da memória ou cara-a-cara. O importante é explorar a expressividade e o potencial gráfico da criança. Cada aluno deverá pintar dois retratos do colega. Na quarta e última aula, os alunos deverão usar os cartões preparados anteriormente para jogar.

  • Veja as regras:
Jogo da Memória:
Os alunos deixam todas as cartas viradas para baixo e tentam fazer os pares.
Cara a Cara:
Um aluno escolhe um dos cartões e não mostra para o resto da turma. Os outros alunos elaboram questões sobre as características de cada expressão ("A boca está sorrindo?", "Os olhos estão com lágrimas?") para descobrir que sentimentos ou cor estão representados no cartão escolhido. Este jogo de adivinhação é uma forma divertida e descontraída de se trabalhar os conceitos e percepções.
  • Avaliação:
É importante lembrar que, ao estabelecer associações para as cores, o aluno estará fazendo uso de valores pessoais, que muitas vezes é determinado pela sua cultura, portanto, não existe certo ou errado nas atribuições, aliás, o mais interessante desta situação é confrontar os diferentes pontos de vista.
- Verifique se o aluno resgata as idéias veiculadas nas discussões e na execução das pinturas nos cartões no desenrolar dos jogos.
- Verifique se o aluno estabelece relação entre a cor, o sentimento e a expressividade através do desenho no cartão.

Tarefa do GIMP






Foto original











Foto modificada, usei as ferramentas espelhar e preenchimento.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Você é o Professor - aula 02

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UNB/UAB
CURSO: LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ARTES EM EDUCAÇÃO
PLANO DE AULA
GRUPO 02
Leci Antonia Atanazio
Rosimar Garcia Mendes
Maria da Glória Pinto Rodrigues


INTRODUÇÃO À ARTE – EDUCAÇÃO NA SALA DE AULA I

1- TEMA – DANÇA COMO MANIFESTAÇÃO ARTISTICA.

1.1 - Dança e educação:
A arte da dança faz parte das culturas humana e sempre integrou o trabalho, as religiões e as atividades de lazer. Os povos sempre privilegiaram a dança, sendo esta um bem cultural e uma atividade inerente à natureza do homem.
As crianças estão em constante movimento, experimentando e testando o domínio sobre seu corpo, com atividades dinâmicas como: correr, pular, girar, subir em objetos, e com isso buscam a construção de sua autonomia.
A atividade da dança na escola pode desenvolver na criança a compreensão de sua capacidade de movimento, mediante um maior entendimento de como seu corpo funciona.
A dança na escola não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos dentro de um padrão técnico imposto, gerando a competividade entre alunos. Deve partir do pressuposto de que o movimento é uma forma de expressão e comunicação do aluno, objetivando torná-lo um cidadão crítico, participativo e responsável, desenvolvendo a auto-expressão e aprendendo a pensar em termos de movimento. Promover a construção do conhecimento, com as histórias de vida de cada um e, na relação dialogal, construir um saber que se traduz na conscientização dos modos como o homem se relaciona com o mundo, na sua concretude histórico-social, na produção da sua existência.
Um dos objetivos educacionais da dança é a compreensão da estrutura e do funcionamento corporal e a investigação do movimento humano, pois é através de atividades lúdicas que ela contribui para a formação física, cognitiva, afetiva e sócio-cultural da criança.
O/a professor(a), ao planejar atividades para as crianças, precisa escolher aquelas que promovam a consciência corporal, a troca entre elas, a aceitação das diferenças, o respeito, a tolerância e a inclusão do outro.Reconhecemo-nos e diferenciamo-nos a partir do outro, por isso, as atividades devem permitir que todas as crianças possam participar, se divertir e aprender, sejam elas gordas ou magras, altas ou baixas, fortes ou franzinas, rápidas ou menos ágeis. Lembrando que o desenvolvimento dessa área na escola não tem como finalidade classificar ou selecionar atletas. Seu objetivo principal, antes de qualquer intenção de desenvolver habilidades motoras, é promover a inclusão de todos.
Sendo assim, é importante que os conhecimentos e as atividades de dança na escola, sejam instrumento de formação integral das crianças e adolescente, e de prática de inclusão social, e proporcionem experiências que valorizem a convivência social inclusiva, que incentivem e promovam a criatividade, a solidariedade, a cidadania e o desenvolvimento de atitudes de coletividade.
A dança é a mais completa das artes e deve estar em perfeita e constante associação com a prática da escola, por que a dança não é resposta apenas de cultura artística, de gosto, de refinamento, mas meio de expressão poderosa.
O movimento tem uma relação absolutamente direta com a imagem corporal. É formada através de um processo ininterrupto de incorporações, resultante de laços afetivos visíveis e invisíveis, por isso, decorrente da história pessoal de cada um, conclama para a necessidade do respeito ao movimento livre, sem compromisso de compulsões repetitivas. Liberdade de movimento é binômia de amor que se expressa. Segundo Gouveira, "a liberdade é conquistada desde o interior, é daí que o movimento nasce livre para expressar-se fora".


Os professores podem usar a dança em:

§ Atividades que enfocam respiração, coordenação motora, dinâmica de movimento, organização postural;
§ Integração som-movimento, jogos rítmicos, brinquedos cantados e danças de roda;
§ Criação: improvisação e composição coreográfica individual e coletiva.

Ø Sugestão de dança para alunos de Pré-escolar e 1º Ano:

Lá vem a Margarida

Lá vem a Margarida.
Passeando na avenida.
Oi, Margarida!
Oi, Margarida!

· Objetivo:
- Desenvolver a criatividade e coordenação motora.
- Trabalhar seqüência e ritmo.

· Desenvolvimento:
- Os participantes se dispõem lado a lado, dançam e ao mesmo tempo, seguem o esquema: quando se canta;
Oi _ levam o pé à frente e depois atrás.
Margarida – voltam ao ponto inicial.
Repetir a dança, quando cantar o estribilho.


- Dê outras sugestões de como podemos trabalhar dança dentro da sala de aula? - Quais os desafios enfrentados quando se trabalha dança em sala de aula? E quais as recompensas deste tipo de aula?



Referências bibliográficas:
- PCNs, Arte, Vol. 06, p.67 e 68
- Ensino Fundamental de nove anos: orientações para inclusão da criança de seis anos de idade / Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do Nascimento – Brasília:fnde,Estação Gráfica, 2006, p. 61
- http://www.espacocorporal.com.br/atividades/danca-na-ducacao
- OSSONA, Paulina. A educação pela dança. São Paulo: Summus, 1988.
- SCHIMIDT, M.J. Educar pela Recreação. 4.ed.Rio de janeiro, Agir, 1969
- GOUVEIRA, Ruth. Expressão Corporal. Rio de Janeiro, Tecnoprint, 1978.

Aula Você é o Professor

Esta é minha primeira mensagem no blog.
Este blog será um espaço ´para publicação de meus trabalhos na Disciplina Fundamentos da Arte - UAB/UnB


UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UNB/UAB
CURSO: LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ARTES EM EDUCAÇÃO
PLANO DE AULA
GRUPO 2
Participantes: Rosimar Garcia Maria da Glória e Leci : Juntas somos responsáveis pela elaboração do plano de aula , coleta de dados, digitação do plano, envio de tarefa e refletir junto aos colegas de curso no fórum.




FUNDAMENTOS DA ARTE EM EDUCAÇÃO


1.TEMA: A Dança como Manifestação Coletiva


Segundo MARQUES (1997 p.20): “No Brasil, tenho notado nos últimos anos a preocupação de nossos educadores e legisladores em pelo menos mencionar a dança em seus trabalhos e programas”.A partir deste fato é possível localizar a presença da dança nos PCNs, nas DCE e nos Critérios para Planejamento das Escolas da Rede Municipal Estadual eParticular de Ensino.
Não só teoricamente, mas também na pratica a dança deveria estar presente não só nas aulas de Educação Física, mas em nas aulas de Artes.
Contudo, na apresentação da dança no caderno de Artes dos PCNs esta tem suas especificidades, avançando na definição do que é dança e iniciando uma tentativa de justificar sua presença na escola. “A arte da dança faz parte das culturas humanas e sempre integrou o trabalho, as religiões e as atividades de lazer. Os povos sempre privilegiaram a dança, sendo esta um bem cultural e uma atividade inerente à natureza do homem”.(BRASIL, 1997a, p.67).
Encontrar na dança este espaço com toda certeza a escola estaria no desenvolvimento da compreensão de sua capacidade de movimento, que será conseqüência do conhecimento do seu próprio corpo, fazendo com que suas ações sejam carregadas de expressão, inteligência, autonomia, responsabilidade e sensibilidade.

A DANÇA COMO EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO

Reconhecer os diferentes tecidos que constituem o corpo (pele, músculos, e ossos) e suas funções;
Observar e analisar as características corporais individuais: a forma, o volume, o peso;
Experimentar diferentes formas de locomoção e orientações espaciais;
Experimentar na movimentação as mudanças de velocidade;
Improvisar na dança, inventar seqüências de movimentos criando, inventando e registrando;
Selecionar e organizar movimentos, criando pequenas coreografias;

A DANÇA COMO MANIFESTAÇÃO COLETIVA

Reconhecer e identificar as qualidades individuais de movimento, aceitando o desempenho de cada um;
Improvisar e criar seqüência de movimentos coletivos;
Comunicar e se integrar por meio de gestos;
Criar movimentos em duplas (leve, pesado, rápido, lento, direto, sinuoso, alto e baixo);

A DANÇA COMO PRODUTO CULTURAL E APRECIAÇÃO ESTÉTICA

Reconhecer e distinguir as diversas modalidades de movimentos e os vários estilos de dança;
Identificar e reconhecer a dança com suas concepções nas diversas culturas, considerando as criações regionais, nacionais e internacionais;
Contextualizar a produção da dança e manifestações culturais de determinada cultura;
Pesquisar fontes de informação e comunicação (em livros, revistas, vídeos, filmes e registro);
Pesquisar grupos de danças, manifestações culturais e espetáculos em geral da realidade e de outras regiões;
Registrar as informações coletadas, organizando documentação de pesquisa e consulta.

2. PÚBLICO ALVO: ALUNOS DO 6° AO 9° ANO

3. COMO FAZER A INTRODUÇÃO DO TEMA AOS ALUNOS:

De inicio para que os alunos sintam-se à vontade com o tema será feito um aquecimento especifico com todos sentados no chão. Contando um pouco sobre a sua história de dança. O que sabe dança? Por que gosta de dança? E se não por que? Se eles conhecem verdadeiramente o sentido da dança? Sabe-se que a dança não é só para se divertir, mas também é uma forma de ensino aprendizagem, pois traz em si a diversidade de expressões, necessidades, ensejos e possibilidades de comunicação em diferentes épocas.
O professor pode sugeri que eles tragam de casa CDs de música que eles gostem.

ü Objetivo geral: Dançar.

ü Objetivo específico: Sociabilização – levar o aluno a comunicar-se e relacionar-se bem com os demais, a fim de manter uma certa harmonia, disciplina, união e interação dos grupos quando necessário em sala de aula.

ü Estratégias:
a- Aquecimento: cantar uma música com determinados gestos que envolvam interação e interdependência.
b- Parte principal: movimentar-se ao som de músicas rápidas, moderadas e lentas. No primeiro instante, o professor poderá sugerir que:
Façam os mesmos movimentos que ele e, num segundo momento, deixar que eles criem seus próprios movimentos, sempre sob a voz de comando do professor.


ü Tempo Estimado: Dois meses.

ü Material necessário:
Piso de linóleo, CDs de música e aparelho de som, filmadora ou máquina fotográfica, DVDs de dança com vários ritmos de músicas atual e antigas.

ü Desenvolvimento:

• 1ªETAPA: Organize uma área livre para dançar. Descalços e concentrados, todos devem caminhar em várias direções, ao som de uma música e mexendo o corpo de muitas maneiras. É essencial olhar nos olhos do colega enquanto andam. Quando a música cessa, as crianças também param como uma estátua, escolhendo um nível no espaço: baixo (no chão), médio (agachados) ou alto (de pé).

• 2ªETAPA: Sugeri que caminhem mexendo cabeça, membros e tronco. Formem duplas para que um pesquise o corpo do outro. Que partes se articulam? Cada um escolhe uma posição e monta uma escultura com o corpo do amigo. Peça que imaginem um fio condutor, como o de marionetes. Um dos membros da dupla puxa o fio, focando uma articulação, e o outro dança com ela. Depois se invertem os papéis. Abra para comentários perguntando se o amigo entendeu os comandos.

• 3ªETAPA: Leve a turma a observar áreas vazadas (embaixo da mesa e bambolês, por exemplo) e a criá-las no próprio corpo (pode ser fazendo um vão entre as pernas). Peça que os pequenos perfurem espaços (passem por eles) e os preencham com o corpo ou partes dele. Forme grupos para que construam esculturas, escolhendo perfurar ou preencher o espaço. Um grupo constrói a obra e outro observa e nomeia. Depois, trocam-se os papéis.

4ªETAPA: Leve vídeo de dança contemporânea (como os do Grupo Corpo) para a apreciação da sala. Questione: o que mais chamou a atenção? Quais elementos da dança foram identificados? Qual a diferença da música atual com a antiga? E as formas de dançar, mudaram ou não? Que formas se criaram com os corpos?

ü Avaliação:
Fotografe ou filme as crianças dançando e mostre a elas, pedindo que comentem a experiência. Observe se o repertório de movimento está sendo ampliado e se elas estão explorando os elementos específicos da dança.

ü CONCLUSÕES:

É de fundamental importância a busca de sua identidade através da sua corporeidade com a dança, pois faz com que resgatam sua cultura ao mesmo tempo em que absolvem as outras, sem nenhum preconceito o que lhe é necessário, para resgatar todas as perdas que tiveram ou não em suas vidas, e também para que absorvam os benefícios que eles mesmos, através de sua concepções corporais podem adquirir.
Este processo pode ser desenvolvido pela dança, pois segundo Soares (1998), dançando, qualquer pessoa pode transcender a fragmentação do seu próprio todo, disperso pelo mundo moderno a descobrir sua totalidade. A dança também é uma maneira de trabalhar o corpo do ponto de vista orgânico, funcional e psicossocial, visando as boas saúdes orgânicas, psicológicas e sociais, que desperta, estimula e desenvolva a criatividade e conseqüentemente o potencial humano, incentivando a expressão corporal, coordenação, flexibilidade, desinibição e trabalho em grupo.

FONTES:

SOARES, A. Improvisação e dança: conteúdos para a dança na Educação Física.
Florianópolis, SC, UFSC, 1998. A DANÇA DE SALÃO NO CONTEXTO ESCOLAR ASPCTOS DA PRLULAIDADE CULTURAL
OS PASSOS DA DANÇA: DOS PCNS1 À SALA DE AULA
UM ESTUDO DE CASO DA DANÇA DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA CIDADE DE CAMPO LARGO